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Nesta última quinta-feira (19), o ministro da Economia Paulo Guedes, voltou a defender a criação de um imposto sobre transações financeiras.

Para ele, o tributo deve incidir sobre transações digitais, mas especificamente aquelas realizadas pelo Pix, sistema de transferências e pagamentos instantâneos que entrou em operação no Brasil agora em novembro.

A alíquota ainda não está definida, mas o ministro defende valores de 0,10% a 0,15% sobre cada transação.

Guedes insiste que a criação da “nova CPMF” não representará um aumento de impostos, pois permitirá a extinção de outros, principalmente aqueles que incidem sobre a folha de pagamentos das empresas (salários).

No seu entendimento a redução de impostos sobre a folha de pagamento deve incentivar a criação de empregos, segundo ele, esse tipo de tributação (sobre folha) é o principal responsável pelos cerca de 40 milhões de pessoas fora do mercado formal que o Brasil tem hoje.

Porém a ideia da criação de um imposto sobre transações financeiras digitais encontra resistência no governo.

O Senado e o próprio presidente Jair Bolsonaro manifestaram, mais de uma vez, que não são a favor da proposta.

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